Arquitetura hostil: quando o espaço urbano exclui pessoas

APOROFOBIA E
ARQUITETURA HOSTIL
Entenda como construções
hostis reforçam a exclusão

A arquitetura hostil é uma prática urbana que utiliza estruturas físicas para impedir a permanência de pessoas em determinados espaços públicos, afetando principalmente quem está em situação de vulnerabilidade.

O que é arquitetura hostil

Bancos com divisórias, pedras sob viadutos e grades em áreas públicas não estão ali por acaso. Essas estruturas são projetadas para evitar que pessoas utilizem esses espaços de forma prolongada.

Quem é mais afetado pela arquitetura hostil

Na prática, a arquitetura hostil atinge principalmente:

  • Pessoas em situação de rua
  • Populações vulneráveis
  • Indivíduos sem acesso à moradia

O que é aporofobia

→ A aporofobia é o preconceito contra pessoas em situação de pobreza. Trata-se da rejeição a quem não possui recursos, moradia ou condições básicas de sobrevivência.

Arquitetura hostil e exclusão social

Quando espaços urbanos são projetados para afastar pessoas, o problema social não é resolvido. Pelo contrário, ocorre:

  • Reforço da exclusão
  • Invisibilização da pobreza
  • Violação de direitos fundamentais

O direito à cidade e ao espaço público

⚖️ Toda pessoa tem direito ao uso dos espaços públicos, à dignidade e ao acesso a políticas públicas. A cidade deve ser pensada para inclusão, não exclusão.

O papel da Defensoria Pública

A Defensoria Pública atua na defesa de pessoas em situação de vulnerabilidade, enfrentando práticas discriminatórias e promovendo o acesso a direitos e políticas públicas.

💚 Quer saber mais sobre seus direitos e o acesso a políticas públicas? Conheça a área da Defensoria Pública responsável pela proteção da população em situação de vulnerabilidade e veja como obter orientação gratuita.

#DefensoriaMineira